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10 Mandamentos da Criança Especial




Clique para ampliar!!!













Dicas e Sugestões - Deficiência Auditiva




Deficiência Auditiva

Não se esqueça, sempre fale de frente!

A escola precisa providenciar um instrutor para a criança que não conhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras), mas cujos pais tenham optado pelo uso dessa forma de comunicação. Esse profissional deve estar disponível para ensinar os professores e as demais crianças. O ideal é ter também fonoaudiólogos disponíveis.
Dicas:
1- Consiga junto ao médico do estudante informações sobre o funcionamento e a potência do aparelho auditivo que ele usa.

2- Garanta que ele possa ver, do lugar onde estiver sentado, seus lábios. Ou seja, nunca fale de costas para a classe.

3- Solicite que o estudante repita suas instruções para se certificar de que a proposta foi compreendida.

4- Use representações gráficas para introduzir conceitos novos.

5- Oriente o restante da classe a falar sempre de frente para o deficiente.




Dicas e Sugestões - Deficiência Visual




Como trabalhar com alunos com Deficiência Visual?

Material específico

A escola deve solicitar à mantenedora o material didático necessário — regletes (régua para escrever em braille) e soroban —, além da presença de um profissional para ensinar a criança cega, os colegas e os professores a ler e escrever em braille. O deficiente deve contar com tratamento oftalmológico e receber, na rede ou em instituições especializadas, instruções sobre mobilidade e locomoção nas ruas. Deve também conhecer e aprender a utilizar ferramentas de comunicação, como sintetizadores de voz que possibilitam ao cego escrever e ler via computador. Em termos de acessibilidade, o ideal é colocar cercados no chão, abaixo dos extintores de incêndio, e instalar corrimão nas escadas.

Dicas:
1- Pergunte ao aluno e à família quais são as possibilidades e necessidades dele.

2- A melhor maneira de guiar o cego é oferecer-lhe o braço flexionado, de forma que ele possa segurá-lo pelo cotovelo.

3- Descreva os ambientes com detalhes e não mude os móveis de lugar com freqüência. Os recursos didáticos aconselhados são: lupa, livro falado e materiais desportivos como bola de guizo.

4- Busque na turma colegas dispostos a ajudá-lo.

5- Substitua explicações com gestos por atividades em que o deficiente se movimente. Por exemplo: forme uma roda com a criançada para explicar o movimento de translação da Terra.



Dicas e Sugestões - Baixa Visão




Olá gente!
Dicas e Sugestões para trabalhar com crianças com baixa visão.


- Ensine a criança e o jovem sobre sua deficiência e sobre o que eles podem ver ou não poder ver bem (muitas crianças não têm consciência disso).
- Os alunos com baixa visão deverão trabalhar olhando para os objetos e para as pessoas (algumas crianças apresentam comportamento de cegos, olham para o vazio. Peça para que “olhe” o objeto ou pessoa em questão).
- Ajude-o a desenvolver comportamentos e habilidades para participar de brincadeiras e recreações junto com os colegas, facilitando o processo de socialização e inclusão.
- Oriente o uso de contraste claro e escuro entre os objetos e seu fundo.
- Estimule o aluno a olhar para aspectos como cor, forma e encoraje-o a tocar nos objetos enquanto olha.
- Lembre-se que o uso prolongado da baixa visão pode causar fadiga.
- Seja realista nas expectativas do desempenho visual do estudante, encorajando-o sempre ao progresso.
- Encoraje a coordenação de movimentos com a visão, principalmente das mãos.
- Oriente o estudante a procurar recursos como o computador pois, ele se cansará menos e aumentará sua independência.· Pense nos estudantes com baixa visão como pessoas que vêem.
- Use as palavras “olhe” e “veja” livremente.
- Esteja ciente da diferença entre nunca ter tido boa visão e tê-la perdido após algum tempo.
- Compreenda que o sentido da visão funciona melhor em conjunto com os outros sentidos.
- Aprenda a ignorar os comentários negativos sobre as pessoas com baixa visão.· Dê-lhe tempo para olhar os livros e revistas, chamando a atenção para os objetos familiares. Peça-lhes para descrever o que vê.
- Torne o “olhar” e “ver” uma situação agradável, sem pressionar.

IMPORTANTE: Deve-se evitar fazer tudo pela criança com baixa visão para que ela não se canse ou se machuque. Ela deve ser responsável pelas próprias ações.


NÃO ÓPTICOS PARA BAIXA VISÃO
Os recursos não ópticos são aqueles que melhoram a função visual sem o auxílio de lentes ou promovem a melhoria das condições ambientais ou posturais para a realização das tarefas (podem ser efetuados pelo professor). Os meios para que se consiga esta melhora são:

- Trazer o objeto mais próximo do olho, o que aumenta o tamanho da imagem percebida (ou seja, deixe a criança aproximar o objeto do rosto ou aproximar-se para observar algo, como por exemplo, a lousa ou a TV);
- Aumentar o tamanho do objeto para que ele seja percebido.

CARACTERÍSTICAS DE MATERIAL IMPRESSO PARA BAIXA VISÃO
- Desenhos sem muitos detalhes (muitos detalhes confundem);
- Uso de maiúsculas;
- Usar o tipo (letra) Arial;
- Tamanho de letra em torno de 20 a 24 (ou seja, ampliada);
- Usar entrelinhas e espaços;
- Cor do papel e tinta (contraste).

FORMAS DE AMPLIAÇÃO
- Fotocopiadora;
- Computador;
- Ampliação à mão: é a mais utilizada e deve seguir requisitos como tamanho, espaços regulares, contraste, clareza e uniformidade dos caracteres.

MATERIAIS
- Lápis 6B e/ou caneta hidrográfica preta;
- Cadernos com pautas ampliadas ou reforçadas;
- Suporte para livros;
- Guia para leitura;
- Luminária com braços ajustáveis.

OUTRA DICAS INPORTANTES
  • Nos CAPES pode ser encontrado o caderno com pauta ampliada (mais larga) para alunos com baixa visão; mas também pode ser confeccionado utilizando o próprio caderno do aluno riscando com uma caneta hidrocor preta uma linha sim, outra não. Como normalmente os cadernos encontrados hoje em dia as linhas são claras, não haverá problema pois, normalmente o aluno não consegue enxergar as linhas mais clara somente as mais escuras e ele poderá escrever no espaço entre elas (no caso utilizando 2 linhas).
  • Para alguns alunos é necessário um espaço maior entre as linhas; como não encontramos este tipo de caderno no mercado pode-se encadernar um maço de sulfite, colocar uma capa e traçar as linhas, folha por folha (com lápis 6B) de acordo com a necessidade do aluno. As mães costumam colaborar quando orientadas neste sentido.
  • Caso o aluno apresente além da baixa visão, uma dificuldade motora, pode-se utilizar de letras móveis em papel para que o aluno cole as letras, formando palavras, ao invés de escrever.
  • Para evitar o cansaço de estar constantemente com o rosto sobre o caderno, pode-se utilizar um suporte para leitura encontrado em casas que trabalham com artigos para deficientes visuais. Pode ainda ser confeccionado ou ser utilizados livros, como suporte, embaixo do caderno para que este possa ficar mais elevado.
  • O professor pode ainda confeccionar uma grade para facilitar a escrita do aluno com baixa visão. Pode ser utilizado uma lâmina de radiografia, como na foto, do tamanho da folha do caderno e com a mesma medida das linhas ou ainda em papel cartão com cores que contrastem com o fundo branco da folha do caderno. Para a leitura pode ser confeccionado no mesmo modelo, uma guia para leitura utilizando-se somente uma linha vazada e à medida que o aluno vai lendo a guia vai sendo deslocada para a linha de baixo, o que evita que ele se perca durante a leitura.
  • O professor também pode se utilizar dos encartes que contém figuras grandes para trabalhar com o aluno com baixa visão para reconhecimento dos produtos e palavras conhecidas bem como com rótulos de embalagens que são utilizados em seu dia-a-dia. A medida que ele vai aprendendo a ver começará a identificar figuras cada vez menores. O aluno pode recortar o produto que identificou visualmente e nomeá-lo. Posteriormente pode colocar as figuras em ordem alfabética criando um livrinho.
  • Pode-se ainda trabalhar com jogos pedagógicos.

IMPORTANTE: Ensine a criança e o jovem sobre sua deficiência e sobre o que eles podem ver ou não poder ver bem (muitas crianças não têm consciência disso). O professor deverá identificar o tamanho de letra que a criança consegue enxergar para realizar as atividades, caso contrário não se sentirá motivado a realizar as tarefas. O professor deve estar atento pois este pode ser um dos motivos pela falta de interesse e indisciplina do aluno. Se perceber que o aluno apresenta dificuldade em enxergar peça aos pais para que leve-o ao oftalmologista.

Créditos: DV e Pedagogia.



Dicas e Sugestões - Deficiência Física




Como trabalhar com crianças com Deficiência Física? Adapte os espaços!

Toda escola precisa eliminar as barreiras arquitetônicas, mesmo que não tenha jovens com deficiências matriculados. As adaptações do edifício incluem: rampas de acesso, instalação de barras de apoio e alargamento das portas. No caso de haver deficientes físicos nas classes, a modelagem do mobiliário deve levar em conta as características deles.

Entre os materiais de apoio pedagógico necessários estão pranchas ou presilhas para prender o papel na carteira, suporte para lápis, computadores que funcionam por contato na tela e outros recursos tecnológicos.

Dicas:
1- Pergunte ao aluno e à família que tipo de ajuda ele precisa, se toma medicamentos, se tem horário específico para ir ao banheiro, se tem crises e que procedimento adotar se isso ocorrer.

2- Aqueles que andam em cadeira de rodas precisam mudar constantemente de posição para evitar cansaço e desconforto.

3- Informe-se sobre a postura adequada do aluno, tanto em pé quanto sentado, e garanta que ele não fuja dela.

4- Se necessário, fixe as folhas de papel na carteira usando fita adesiva. Os lápis podem ser engrossados com esparadrapo para auxiliá-lo na escrita, caso ele tenha pouca força muscular.

5- Ouça com paciência quem tem comprometimento da fala e não termine as frases por ele.



Dicas e Sugestões - Deficiência Mental




Deficiência Mental - Tarefas individuais

Geralmente os deficientes mentais têm dificuldade para operar as idéias de forma abstrata. Como não há um perfil único, é necessário um acompanhamento individual e contínuo, tanto da família como do corpo médico. As deficiências não podem ser medidas e definidas genericamente. Há que levar em conta a situação atual da pessoa, ou seja, a condição que resulta da interação entre as características do indivíduo e as do ambiente. Informe-se sobre as especificidades e os instrumentos adequados para fazer com que o jovem encontre na escola um ambiente agradável, sem discriminação e capaz de proporcionar um aprendizado efetivo, tanto do ponto de vista educativo quanto do social.

Dicas:

1- Posicione o aluno nas primeiras carteiras, de forma que você possa estar sempre atento a ele.

2- Estimule o desenvolvimento de habilidades interpessoais e ensine-o a pedir instruções e solicitar ajuda.

3- Trate-o de acordo com a faixa etária.


Utilizando um quebra-cabeça

Fazemos muitas deduções quando executamos um quebra-cabeça porque já montamos um anteriormente. Isto quer dizer que muitas pessoas que ensinam o manuseio deste brinquedo ou tipos semelhantes às crianças, ensinam erradamente. Não é efetivo espalharmos o quebra-cabeça quando o tiramos da caixa, com as peças todas separadas na frente da criança, ou colocar talvez algumas peças juntas e esperar que ela termine a montagem.

Comece de outro jeito e as coisas ficam diferentes!

1. Monte você mesmo o quebra-cabeça e converse acerca dele.

2. Tire uma de suas peças.

3. Faça com que a criança reponha a peça. Ela terminou? Diga-lhe que isso é um sucesso alcançado!

4. Tire outra peça, ou talvez a primeira que removeu e mais uma.

5. Faça com que a criança complete o jogo. Ela teve sucesso mais uma vez!

6. Repita a ação com outras peças.

Esta técnica, chamada encadeamento é muito útil quando é importante evitar o fracasso. Simplesmente, comece do fim e dê uma marcha ré. Isso é muito bom para qualquer brinquedo seqüencial: um quebra-cabeça, um ábaco, jogos de construção e muitos outros.


E no que diz respeito ao estímulo?

Quando alguma coisa nova for feita, elogie.

Quando uma habilidade antiga for usada, fique apenas contente.

À medida que uma habilidade nova se torna antiga, reduza o elogio pouco a pouco.

Lembre-se sempre de manifestar o maior prazer quando aparecer uma habilidade nova – muito elogio, um abraço, um doce.

Este seu estímulo ficará associado à tarefa. Com o tempo a tarefa será executada, mesmo com você ausente, devido a este estímulo lembrado. Então, embora talvez com alguns poucos brinquedos, você verá a criança brincar. Não será mais uma “tarefa” para nenhum de vocês dois.



10 Mandamentos da Criança Especial




Oi gente!!!

Eu já tinha postado aqui os 10 Mandamentos da criança especial. Agora estou postando os mesmo, porém ilustrados... tá lindo, confiram!

Veja todos os 10 Mandamentos da Criança Especial aqui.
Ótima idéia para decorar a sala de recursos. Clique para ampliar.

Créditos: Meus Trabalhos Pedagógicos.




Cuidados diferentes para cada deficiência




Oi gente!!!

Estou postando algumas Dicas e Sugestões que serão muito úteis para trabalhar com alunos especiais, cuidados diferenciados para cada tipo de deficiência.

Na educação inclusiva não se espera que a pessoa com deficiência se adapte à escola, mas que esta se transforme de forma a possibilitar a inserção daquela. Para isso, algumas orientações são úteis. As que estão a seguir mesclam informações do kit Escola Viva, criado pelo MEC em conjunto com a associação Sorri Brasil, com indicações elaboradas pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. Vale lembrar que os serviços de apoio não substituem o professor da escola regular. Vamos as Dicas?
  • Deficiência Auditiva
  • Deficiência Visual
  • Alunos com Baixa Visão
  • Deficiência Física
  • Deficiência Mental
Créditos para Nova Escola e DV e Pedagogia.



LIVRO - Meu amigo down




Oi gente!

Atendendo a pedidos, estou postando o LIVRO Meu Amigo Down. Baixe o seu AQUI. Não sabe baixar no 4shared? Clique aqui e aprenda!!!
Ainda sobre o tema:
  • Especial Educação Inclusiva
  • Incluindo Alunos com Down


  • Incluindo alunos com deficiência nas aulas de circo







    Oi gente!!!





    Hoje vamos falar de um assunto muito especial... pra aproveitar o Dia do Circo em suas aulas com alunos especiais ou não, estarei postando várias atividades onde aprenderemos a confeccionar alguns elementos do circo, feitos com sucata. Vai ser uma festa só!!!






    Alguém me pediu pra falar sobre outros artistas circenses e não somente do palhaço... então, vamos falar de malabaristas


    As flexibilizações são oferecidas de acordo com as possibilidades do aluno e isso varia muito. Cada um desenvolverá habilidades muito particulares, de acordo com seu tipo de limitação ou deficiência. Por isso, atente para os seguintes fundamentos gerais: 


    - Identifique as possibilidades e competências do aluno, pois essas mostrarão a forma como ele poderá participar. 


    - Pergunte ao aluno como ele poderia ou gostaria de participar. Incentive-o a mostrar suas possibilidades, mostrando que ele pertence ao grupo.


    - Peça ao grupo sugestões de estratégias para flexibilizar as atividades desenvolvidas - essa também é uma forma de envolver a todos.


    - Elabore formas de participação do aluno com outras funções, atentando que elas sejam sempre colaborativas -- não segregadas ou paralelas.


    - Dê mais tempo para a execução de cada exercício.


    - Conte com a experiência dos profissionais de saúde que atendem o aluno. Eles podem tem colaborações valiosas sobre as potencialidades do aluno, bem como recursos e estratégias utilizadas.


    - Realize flexibilizações nas diversas dimensões do planejamento: objetivos (podem ser reformulados para um determinado aluno num dado momento), estratégias ou recursos. A avaliação deve ser adequada à mudança de objetivo.





    Achei na Nova Escola.



    Trabalhando com elementos circenses





    Oi gente!!! 




    Vamos aprender como aproveitar o Dia do Circo em suas aulas com alunos especiais...


    Estarei postando várias atividades onde aprenderemos como trabalhar nas suas aulas com alguns elementos usados pelos malabaristas, bem como adaptá-los para esta turminha... também vamos aprender a confeccioná-los com sucata. Vai ser uma festa só!!!










    Dicas para adaptar os materiais

    Malabares: bolas, claves, aros e swing poi


    Flexibilização para alunos com deficiência física e com mobilidade de membros superiores (braços).


    - Use pedaços de tule (material mais leve e com tempo de recuperação maior), bexigas presas a barbante ou bolas presas a tiras de velcro (nos casos em que a criança não consegue segurar os materiais).


    - Confeccione bolas do tamanho da palma da mão da criança.


    - Confeccione bolas de balão - assim, as bolinhas escorregam menos das mãos da criança e dão mais firmeza e segurança.


    - Acrescente velcro ao swing poi e ao prato chinês. 


    - Amplie o tempo de realização das etapas: a criança pode demorar mais tempo para conseguir lançar duas bolas ou duas claves ao mesmo tempo. 





    Equilíbrio: pé de lata


    Flexibilização para alunos com deficiência física e mobilidade de membros superiores (braços).


    - Sugira que o aluno equilibre o material com as mãos.


    - Ofereça uma função alternativa, por exemplo, como ser o guia do trajeto a ser percorrido.


    - Trabalhe o equilíbrio por meio do contato com o tambor. Com ajuda do professor, a criança se deita no aparelho e vivencia o contato com ele.


    - Dê mais tempo para a execução do exercício.



    Achei na Nova Escola.



    Bola de malabares com bexiga e jornal





    Oi gente!!!





    Vamos aprender a fazer bolinhas de malabares com bexigas (com preenchimento de arroz e jornal), é bem fácil. Esta atividade é ótima para trabalhar a flexibilização para alunos com deficiência física nos membros superiores.









    Bolinha de bexiga e e arroz


    Material: arroz cru para recheio (ou comida de passarinho que não fura o plástico.... pode ser também sacolinhas plásticas, o nó fica perfeito!), bexigas coloridas, papel filme transparente e tesoura sem ponta.





    Como que faz?Abra o papel filme e coloque um punhado de arroz no meio do quadrado.

    Junte as pontas até envolver o arroz em uma bolinha. Torça o que sobrar e corte um pedaço da ponta.

    Envolva a bolinha novamente em papel filme, para o arroz não estourar o material. Corte a ponta da bexiga e use somente a parte arredondada.

    Encape a bolinha feita de arroz e papel filme. Repita o processo novamente, até que a abertura por onde aparece o arroz suma. Faça de 04 a 05 camadas de bexiga para a bolinha ficar bem lisa. Faça o acabamento com os bicos das bexigas.





    Bolinha com enchimento de jornal


    Faça uma bola de jornal amassado até que fique numa forma parecida com a bola, com aproximadamente 8cm de diâmetro em média.Agora, pegue outra folha de jornal e faça outra camada por cima da primeira “bola”, mantendo a forma. Agora o material tem em média 10 cm de diâmetro. Coloque a bola dentro da bexiga cortada na altura arredondada. Repita o processo até a bola ficar lisinha. Arremate.



    Prontinho!!! Vi na Nova Escola.



    Claves de malabares com garrafa pet





    Oi gente!!!





    Vamos aprender a confeccionar claves para trabalhar os movimentos de lançamento e recuperação e também a flexibilização para deficiência física.




    Vamos aprender a fazer?





    Material que vamos precisar: garrafas pet ou garrafa de água, cano PVC ou cabo de vassoura (30 cm) fira adesiva e fitas coloridas para decorar. Você também pode decorar com tiras de eva ou TNT.





    Como que faz? Tire a tampa da garrafa e reserve. Insira o cano de 30 cm ou cabo de vassoura na garrafa, deixando mais ou menos o tamanho necessário para a mão da criança. Passe a fita adesiva na boca da garrafa, prendendo o cano. Deixe bem firme. Agora cole a tampinho na ponta do cano para dar acabamento e sustentação ao cabo. Está pronta sua clave de malabares. Agora é só decorar à vontade!





    Prontinho!!! Vi na Nova Escola.



    Pé-de-lata com latinha de nescau





    Oi gente!!!





    Vamos aprender a um pé-de-latas com latinhas de nescau, é bem fácil. 


    Este objeto ajuda a trabalhar o equilíbrio dos alunos e também a flexibilização para alunos com deficiência física nos membros inferiores. Vamos aprender?





    MATERIAL




    - 02 latas de nescau (pode ser leite, mucilon, ou a que preferir);


    - 02 pedaços de barbante de 1,5 mt


    - 02 tubos de papel higiênico


    - 01 prego mais grosso que o barbante


    - Martelo, cola e material para decorar





    Como que faz?





    Vamos aprender a fazer. Com o prego faça dois furos nas latas, sendo um na frente do outro. Passe o barbante por dentro do tubo de papelão que servirá para segurar (ou faça proteção colando um pedaço de EVA como na foto).


    Agora, vire a lata de boca pra baixo e passe o barbante pelos furos, cada ponta em um buraco e amarre bem forte por dentro.







    Prontinho... agora é só decora à vontade pintando ou colando papel ou EVA no seu pé-de-lata.





    Veja que graça este pé-de-lata da revista Maestra Jardineira, ótimo para se inspirar...






    Faça elementos circenses de sucata







    Oi gente!!! 




    Vamos aprender como aproveitar o Dia do Circo em suas aulas com alunos especiais...

    Bom, nem só de palhaço se mantém um circo não é mesmo? Então estou postando algumas atividades para se trabalhar com crianças especiais ou não, falando sobre malabarismo!



    Com estas atividades aprenderemos como trabalhar nas aulas com alguns elementos usados pelos malabaristas e também como adaptá-los para esta turminha pra lá de especial.



    Agora vamos aprender a confeccionar alguns ítens usados pelos malbaristas usando sucata.

    Clique nos links para aprender.


    • Bolas de malabares com bexiga

    • Claves de malabares com garrafa pet

    • Pé de lata com latinha de NESCAU



    Amanhã estarei postando:



    • Aros de malabares com mangueira

    • Swing Poi feito com TNT

    • Prato chinês feito com tecido



    VEJA TAMBÉM:


    • Incluindo alunos com deficiência nas aulas de circo

    • Como trabalhar (adaptar) com elementos circenses




    Prontinho!!! Vi na Nova Escola.



    LIVRO - João, presta atenção!





    Oi gente!





    Vim postar um lindo livro pra trabalhar sobre dislexia. 


    Recebi um recadinho da Eliana lá na fanpage do blog. Ela vive em Portugal e diz que está precisando de atividades ou um livro que possa ajudá-la a trabalhar com criança com dislexia de 1º grau. 





    Querida este livro que estou postando é uma graça, pode baixar!


    Pra quem não conseguiu baixar gente tem o livro em PDF AQUI!







    O livro João, presta atenção! conta a história do pequeno João que descobre que tem dislexia. Todos os seus amigos e familiares vão ajudá-lo, fazendo com que se sinta capaz de fazer muitas coisas. 




    Clique AQUI para baixar o seu.



    Como ajudar seu aluno com dislexia





    Oi gente!





    Atendendo alguns pedidos estou postando estas dicas que vão te ajudar a trabalhar com seu aluno com dislexia... confiram! 




    Professores freqüentemente perguntam como podem ajudar uma criança disléxica em classe, junto com alunos não-disléxicos. Abaixo enumeramos algumas sugestões. O que pode ser feito depende do conhecimento do professor sobre o assunto e das circunstâncias ambientais. Veja nossas dicas:





    * Encorajar sempre e elogiar sempre que possível.


    * Procurar descobrir algo em que ele se sobressaia.


    * Nunca diga que ele é preguiçoso e evite compará-lo aos outros alunos da classe.


    * Suas habilidades devem ser julgadas por suas respostas orais e não pela escrita.


    * Sempre que possível, usar um critério de avaliação diferenciado.


    * Ao corrigir os seus exercícios, assinalar as questões que estão corretas, ao invés das que estão erradas. Não reforçar seu erro.


    * Deixar as anotações no quadro o máximo de tempo possível para que eles consigam copiar.


    * Procurar não dar suas notas em voz alta para toda classe, isso o humilha e o faz infeliz.


    * Não esquecer que ele tem a inteligência normal, sabe que erra muito, e isso não o faz feliz. Ninguém gosta de errar!


    * E, acima de tudo, espalhar respeito e compreensão na sua sala de aula. Contamine as outras crianças com esses sentimentos!




    Gostou? Baixe este livro, vai te ajudar!

    João, presta atenção!



    Gibi Turma da Mônica - Viva a diferença!






    Oi gente!





    Estou postando o gibi especial da Turma da Mônica, Viva a diferença!


    Nele, a turma retrata o tema com alguns personagens portadores de Síndrome de Drown e outras necessidades especiais...


    Aproveite e CLIQUE AQUI para baixar o seu.




    Livro Saberes e Práticas da Inclusão





    Oi pessoal!





    Vim postar pra vocês este livro ma-ra-vi-lho-so e super completo para trabalhar a inclusão em sala de aula, mas especificamente com alunos portadores de autismo. Pra quem me pediu sugestão aí está...







    O livro é um verdadeiro manual, indispensável para quem vai trabalhar a educação inclusiva. Clique AQUI para baixar o seu.



    LIVRO sobre autismo - Mais do que palavras





    Oi gente!!!







    Para crianças com Transtorno do Espectro do Autismo, a comunicação é tão importante como para as outras crianças. No entanto, elas enfrentam desafios especiais, devido ao seu estilo de aprendizagem e preferências sensoriais, o que geralmente torna difíceis a interação e a comunicação. Felizmente há algumas coisas que tornam mais fáceis para o seu filho todos os tipos de aprendizagem, inclusive aprender a se comunicar.




    As idéias deste livro é preparar os pais para ajudar seus filhos a aprender a interagir e se comunicar, usando situações que ocorrem naturalmente durando o dia. Para visualizar o livro basta clicar nos links dos capítulos abaixo. É necessário ter o Adobe Acrobat Reader instalado para poder baixá-los. Ou Clique AQUI para baixar o livro completo!!!



    1. Introdução

    2. Saiba mais sobre a comunicação do seu filho

    3. Defina metas usando o que você sabe sobre o seu filho

    4. Deixe se conduzir pelo seu filho

    5. Participem juntos

    6. Promova interações usando brincadeiras com gente

    7. Ajude a seu filho entender o que você diz

    8. Use ajudas visuais

    9. R.O.D.A nas suas rotinas

    10. Aproveite a música ao máximo

    11. Que venham os livros

    12. Traga os brinquedos

    13. Vamos fazer amigos



    Créditos para os site Primeiras Palavras.