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Um pouco sobre o Rio Grande




RIO GRANDE DO SUL

Sigla: RS
Capital: Porto Alegre
Região: Sul
População: 10,1 milhões de habitantes
Área: 280,6 mil Km2

Quem nasce no estado do Rio Grande do Sul é... Gaúcho

Não pode faltar na mala
Um agasalho bem quentinho, pois é o estado mais ao sul do Brasil e conseqüentemente o mais frio. No inverno chega a nevar em alguns locais.

O que vemos pelo caminho
Com exceção da planície litorânea, o relevo é bastante acidentado com planaltos e depressões. Vemos montanhas, florestas, matas de araucária e campos ao sul.

Não deixe de visitar
As serras gaúchas como Gramado e Canela. As cidades jesuítas de São Borja e São Miguel. A Lagoa dos Patos. Bento Gonçalves, famosa pela cultura italiana.

Para se divertir
Prove o tradicional chimarrão, um chá feito de erva-mate, servido quente na cuia. Experimente o famoso churrasco gaúcho. Conheça Porto Alegre.

O que fazem por lá
São os maiores produtores de grãos do país e grandes criadores de gado bovino. Indústrias de calçados, derivados de petróleo e alimentos são algumas das mais expressivas.

Fique por dentro
O gaúcho possui uma vestimenta muito característica, conhecida também como traje dos Pampas, região que inclui o Uruguai e a Argentina. Trata-se de uma bombacha (calça de origem turca), poncho e lenço no pescoço.



Uma História




A turma da Jorge Fleck...

Chimarrão em punho, bombacha, lenço vermelho no pescoço, bota de couro. A imagem do gaúcho se tornou conhecida no Brasil graças ao respeito que todos no Rio Grande do Sul dispensam às suas tradições e costumes — não só nos campos e nas cidades, mas também nas escolas. Para manter aceso o interesse das novas gerações, a Secretaria de Educação de Parobé, a 80 quilômetros de Porto Alegre, criou um projeto que leva lendas, vestuário, danças, pratos típicos e a história do Estado para dentro das salas de aula.

"A intenção é manter viva nossa maior riqueza usando-a para ensinar os conteúdos curriculares", explica Ludinara Scheffel, coordenadora do Folclore nas Escolas. O trabalho começou em 1998 para revitalizar o interesse pelo gauchismo na gurizada. "As tradições estavam se perdendo porque Parobé vinha recebendo muita gente de fora", explica Maria Helena Willers, secretária de Educação.

"Ensinar a cultura local ajuda o aluno a compreender melhor o país e o mundo", aprova Maura Dallan, consultora da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, órgão da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo. Os Parâmetros Curriculares Nacionais recomendam atividades desse tipo e dão outra boa sugestão. Caso sua cidade ou região não tenha tantas tradições para explorar, inicie o trabalho com histórias familiares.

Pilchados para a mateada
Ludinara foi convidada a desenvolver as atividades por suas qualificações inquestionáveis: cria dos Centros de Tradições Gaúchas, ela foi prenda do Estado, uma espécie de "miss tradição". Ela conta que sempre estudou a história do Rio Grande do Sul e garante: "Conheço em detalhes as origens de roupas, comidas e expressões". O foco do trabalho era o Ensino Fundamental e o primeiro passo foi o ensino das danças típicas.

Hoje, graças ao projeto, é comum ver as ruas cheias de prendas e peões pilchados a caminho da escola nos dias de mateada. Ops! Se você também não entendeu nada, leia o glossário abaixo. "Começamos pelas danças porque acreditávamos que ela seria um chamariz para os jovens", diz Ludinara. "É o que eles mais gostam", confirma Maria Agoreti dos Santos, professora das turmas de 2ª e 3ª séries da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ana Maria Fay dos Santos.

Ao ver o interesse da turma pelos bailados, Régia Viviane Bruck enxergou uma oportunidade para melhorar o aprendizado de Matemática. "A contagem dos passos na Dança do Pezinho, por exemplo, ajuda a ensinar números pares e ímpares", revela. "Para os mais velhos, é possível ensinar porcentagem observando o desenvolvimento das duplas durante os ensaios."

O sucesso dos grupos — nas apresentações e nas notas — logo atraiu outros professores. "Utilizando o barracão, estrutura tradicional da estância, é possível ensinar, em História e Geografia, a colonização do Estado", exemplifica Claudecir Barbosa da Silva, que leciona para as turmas de 5ª a 8ª série na Escola Municipal de Ensino Fundamental João Muck.

Em Língua Portuguesa, Letícia Wichmann explorou lendas com a 5ª e a 6ª na Escola Municipal de Ensino Fundamental Jorge Fleck. "Transcrevemos as narrativas orais e os alunos criaram histórias em quadrinhos. Com isso, perceberam as diferenças de linguagem", destaca. "No processo, estudamos o vocabulário gaúcho e as diferenças com a língua falada no resto do país."



Uma Estância na Sala




Sugestões para utilizar a fazenda gaúcha em várias disciplinas


Matemática — trabalhe pesos e medidas usadas nessas propriedades e seus parâmetros de conversão para o sistema atual. Exemplo: hectares para metros quadrados.

Língua Portuguesa — estude vocabulário e linguajar típico.

Geografia — analise os tipos de solo, vegetação e clima das fazendas e as alterações no ambiente provocadas pela ocupação.

História — mostre como surgiram as estâncias, que tipo de mão-de-obra exploravam, qual foi seu papel em momentos decisivos, como a Revolução Farroupilha.

Ciências — elabore aulas sobre os animais cuja força de trabalho era explorada.

Arte — faça maquetes das principais estruturas da propriedade com materiais recicláveis.

Educação Física — use a corda, um elemento fundamental no cotidiano das fazendas, em brincadeiras folclóricas infantis.



Dicionário Gauchês




Usar o vocabulário regional é uma boa estratégia para ensinar o sentido das expressões e para estudar, em Língua Portuguesa, a etimologia das palavras.

Veja abaixo uma pequena relação de termos típicos falados comumente no Rio Grande do Sul.

Abichornado — aborrecido, envergonhado

Bombacha — calça típica do gaúcho, introduzida durante a Guerra do Paraguai por imigrantes turcos

China das vacarias — mulher pobre que trabalhava como empregada nas estâncias

Chiripá — tipo de vestimenta do homem pobre anterior à bombacha

CTG — sigla para Centro de Tradições Gaúchas

Estância — fazenda

Invernada — grupos de danças típicas que se apresentam em comemorações e eventos tradicionais

Mateada — antigamente, designava a reunião de peões para tomar chimarrão durante o transporte de gado. Hoje, é a denominação das festas tradicionais

Patrão — o dono da estância. Atualmente, também é usado para designar o presidente do CTG

Pachola — bonito, faceiro, é usado para definir um tipo de nó no lenço vermelho que os peões usam no pescoço

Peão — originalmente, essa palavra servia para nomear o empregado da estância. Hoje, é a forma genérica para o par da prenda

Pilcha — a roupa típica de peões e prendas

Prenda — a moça gaúcha, usando seu vestido tradicional de festa



Hino Rio Grandense




Hino Rio Grandense

Como a aurora precursora,
do farol da divindade!
foi o Vinte de Setembro,
o precursor da liberdade!

Mostremos valor constância,
dessa ímpia e injusta guerra,
sirvam nossas façanhas,
de modelo a toda terrra!
De modelo a toda terra,
sirvam nossas façanhas,
de modelo a toda terra!

Pois não basta pra ser livre,
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que nao tem virtude,
acaba por ser escravo!

Mostremos valor constância...



Chimarrão




LENDA DA ERVA MATE
Havia um velho índio da nação Guarani que já não poderia ir à floresta a fm de caçar e enfrentar o jaguar, e nem poderia ir à guerra, porque as pernas não mais o ajudavam.
O índio velho vivia, num canto da cabana. E era cuidado carinhosamente por uma filha solteira, bonita, que se chamava Yari. Certo dia, chegou um viajante que foi muito bem tratado pelo ansião guarani e por sua linda filha Yari. Na hora de dormir, Yari cantou como uma pomba rola, a fim de que o viajante repousasse no melhor dos sonos. Quando este despertou, grato, ao reiniciar a caminhada, confessou ser um emissário do Deus Tupã e quis oferecer como recompensa a seus hospedeiros o que este lhe pedissem, fosse o que fosse.
O velho guerreiro, pensando na filha, pediu que o mago lhe desse algo capaz de lhe restituir as forças, para que Yari, livre de lhe dar cuidados pudesse enfim casar, cobiçada como era pelos valentes da tribo. O enviado de Tupã entregou então ao velho índio,um rama da árvore de Caá, para o ancião tirar dele a seiva , beber em infusão de água e ficar forte de novo, o que aconteceu. E a Yari foi entregue a divindade dos ervais e o dom de protetora da raça Guarani. A bela donzela passou, então a ser chamada de Caá -Yari, a deusa da erva mate.



DAnças




História dos Ritmos


Valsa

O compasso ternário como dança é muito antigo. Originária das danças tirolezas austríacas. Entretanto com o título de valsa somente aparece no Séc. XVII e se realiza nos bailados de óperas no Séc. XVIII. Chega ao seu apogeu no Séc. XIX, com as "Valsas Vienenses" estilizadas pelos músicos e compositores da famílias Strauss.
Veio para o Brasil nos fins do Séc. XVIII era conhecida "valsa figurada", trazida pelos portugueses. No Séc. XIX foi difundida e dançada a valsa de par com todas as pompas do Reino e do Império. Hoje, no sul do país a valsa ganhou seu estilo próprio, ritmo e dança. Adaptou-se aos costumes e maneiras do peão gaúcho.

Chotes

Dança de salão originária da Hungria. O "Schottisch" invadiu a França, Alemanha e Inglaterra no Séc. XIX.
Apareceu no Brasil no período Regencial e foi moda no Segundo Império. De norte a sul o chotes é uma dança muito popular, cantado ou somente em solo instrumental.
É dançado em pares com três passos comuns diferentes: um e um, dois e dois ou dois e um.
No Rio Grande do Sul, além dos passos comuns, dança-se o chotes marcado e também, principalmente, entre os descendentes da imigração açoriana, dançam o chotes afigurado sem limites de passos e figuras.
Em Santa Catarina também é dançado os passos comuns, chotes afigurado, chotes marcado e chotes contra-passo.
No Paraná, além dos passos comuns é mais dançado o chotes marcado, ou seja: uma marcação e um valseio de um em um passo.
Nas colônias de origem alemã e italiana dança-se chotes de carreirinha e chotes de quatro passos.

Milonga

Dança argentina ao som de guitarras muito popular no Uruguai de onde entrou para o Brasil. Hoje aculturada no pampa gaúcho, faz parte do acervo musical do sul brasileiro.

Rancheira

Dança de origem árabe. Trazida e estilizada na Argentina. No rio Grande do Sul o ritmo é mais vivo e a coreografia mais saltitante, estilo popular.

Vanera

Habanera ou Havanera - dança e canto popular originária de Havana - Cuba. Ritmo em 2/4 sendo o primeiro tempo forte e bem acentuado. Música popular em quase todos os países espano-americanos.
No Rio Grande do Sul foi muito usada pelas Bandas das colônias de imigração italiana. Nos campos, os gaiteiros gaúchos denominavam de "vanera" e fez deste ritmo o mais amplo repertório para animação de fandangos, bailantas e festas gauchescas.

Bugio

"BUGIU" de Bugio - ritmo gaúcho de origem muito remota - fins do Séc. XIX. Dança de peões com chinas indígenas, sob qualquer som musical da época. No início do Séc. XX já era dançado ao som de gaitas de botão, mas ainda como dança não social. Na década de 50 o bugiu foi requintado com arranjos de gaitas apianadas e na década de 60 passou a Ter letra própria enfocando a presença do macaco bugio no contexto da letra. Hoje o Bugiu é dança de salão e deu origem a grandes festivais como "Ronco do Bugiu" em São Francisco de Paula e "Querência do Bugiu" em São Francisco de Assis.



Música Tema Farroupilha




ORGULHOS DE UM POVO
Letra: SILVIO GENRO
Música: DUCA DUARTE
Intérprete: CRISTIANO QUEVEDO

Eu sinto orgulho desse sotaque sulino...
De um povo que canta o Hino
Com respeito e devoção!
Dessa Bandeira, amado pano sagrado...
do mapa do nosso Estado
Em forma de coração!

Eu tenho orgulho das nossas rodas de Mate
E na paz que se reparte
Nesse gesto de oferenda!
Da cor alegre de um Brinco-de-Princesa,
Flor que enfeita com beleza
As tranças das nossas prendas!

Eu sinto orgulho
Do entono dos centauros
No trono dos seus Cavalos,
Preservando Tradições!
Eu tenho orgulho
Dessa Alma Farroupilha,
Chama Crioula que brilha
No sacrário dos Galpões!

Eu sinto orgulho desse meu sangue Farrapo...
Brasão de Armas dos guapos,
Que nos trás tanta emoção!
Dessa heróica bravura dos Quero-queros,
Feito caudilhos austeros
Defendendo nosso chão!
Eu tenho orgulho dum churrasquito nas brasas...
Cordeona pedindo vasa
E a gauchada contente!
Eu sinto orgulho dessa fé que se revela
Num simples chá de Macela
Curando os males da gente!

Eu sinto orgulho
Do entono dos centauros
No trono dos seus Cavalos,
Preservando Tradições!
Eu tenho orgulho
Dessa Alma Farroupilha,
Chama Crioula que brilha
No sacrário dos Galpões!

Baixe a sua AQUI.



10 mandamentos do chimarrão




  • NÃO PEÇAS AÇÚCAR NO MATE
  • NÃO DIGAS QUE O CHIMARRÃO É ANTI-HIGIÊNICO
  • NÃO DIGAS QUE O MATE ESTÁ QUENTE DEMAIS
  • NÃO DEIXES UM MATE PELA METADE
  • NÃO TE ENVERGONHES DO "RONCO" NO FIM DO MATE
  • NÃO MEXAS NA BOMBA
  • NÃO ALTERES A ORDEM EM QUE O MATE É SERVIDO
  • NÃO "DURMAS" COM A CUIA NA MÃO
  • NÃO CONDENES O DONO DA CASA POR TOMAR O 1º MATE
  • NÃO DIGAS QUE CHIMARRÃO DÁ CÂNCER NA GARGANTA



Brincadeiras Gaúchas




Chocalho - Os primeiros chocalhos surgiram no Egito por volta de 1360 A.C. Vários deles podem ser vistos em museus, com formatos variados: de pássaros, porcos, ursos, etc. Artesanalmente faz-se com uma lata de refrigerante, onde coloca-se feijão, milho, arroz (dependendo do som que se quer fazer). Fecha-se a ponta para que não caia os grãos.
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Cinco Marias - Aqui conhecemos como cinco marias, e aparece em pedrinhas ou em saquinhos de tecido com enchimento ou grãos de qualquer cereal. No exercício das jogadas, existem várias provas e vencer , cuja seqüência nem sempre é a mesma. Joga-se somente com uma mão, (geralmente com a direita). Se um participante errar, passará a vez ao próximo.
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Corda de Pular - O jogo de pular cordas tanto pode ser executado por uma como por três crianças trilhando e uma terceira ou mais pulando. As demais colocam-se em fila, aguardando sua vez de pular.

Dobradura - proveniente da China, esta é uma das brincadeiras mais fáceis e divertidas entre as crianças há muitos anos. Feito a partir de um quadrado de papel, dobra-se na diagonal formando um triângulo. Abre-se o quadrado e dobra-se as quatro pontas soltas formando uma caverninha, onde se colocam os dedos polegar e indicador, onde se criam várias figuras como o barco, o chapéu, o cachorrinho, o céu-inferno.
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Elástico - A partir de uma brincadeira de corda, uma pessoa achou interessante e resolveu fazer do elástico um brinquedo. Usa-se um elástico em forma de liga. Começa o jogo quando duas crianças entram no elástico e o conservam à altura dos tornozelos e pernas separadas. Uma criança pula o elástico realizando uma série de provas.
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Escravo de Jó - Cantiga generalizada no Rio Grande do Sul, aparecendo como forma de jogo ou passeio. Crianças sentadas no chão em círculo ou ao redor de uma mesa, um objeto (pedrinha, caixa de fósforo ou sementes). As crianças vão entoando a cantiga, marcando os tempos fortes, passam o objeto de uma para a outra, no sentido dos ponteiros do relógio. Somente na parte onde dizem 'zigue-zá"o objeto é passado na direção contrária, retomando-se logo a seguir, à primeira direção. Quem erra cai fora. Os últimos dois serão os vencedores.

Escravo de Jô, Jogavam caximbó,
Tira, bota, Deixa o Zé Pereira, Que se vá,
Guerreiros com guerreiros,
Fazem zigue-zigue-zá.

Fantoches - Este tipo possui corpo de tecido, vazio, que o manipulador veste na mão, ele encaixa os dedos na cabeça e nos braços para movimentá-los. A figura é vista só da cintura para cima e geralmente não tem pernas. A cabeça pode ser feita de madeira. Papier-maché, ou borracha, as mãos são de madeira ou feltro.
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Gadinho de Osso - Esta é a mais autêntica manifestação do folclore gauchesco e acha-se circunscrita à área rural do Rio grande do Sul. O menino gaúcho junta ossos de animais que são carneados para a alimentação das casas, ou mortos no campo, - ovelhas, bois, cavalos, depois que o tempo os limpou e purificou através do sol e chuvas. Cada ossinho, semente ou objeto, representa um tipo de animal, por isso o guri recolhe a maior quantidade possível.
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Galo de Lata - Feito com uma lata pequena, sem tampa, comum furo no centro do fundo da lata para fixar o cordão encerado com cera de abelha. Conforme puxar o cordão o "galo"canta.
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Hélice - Feita de madeira ou de papelão, onde a criança gira e solta no ar.



Para Colorir - Gaúcho









Livrinho - LENDAS GAÚCHAS




  • TÍTULO: "Brincando com as lendas Gaúchas".
  • CAPA: Use um dos desenhos disponibilizados aqui e deixe os pequenos colorirem! Ajude-os a ilustrar todo o LIVRINHO, com pintura ou colagem! Na Comunidade Projetos de Educação Infantil, você vai encontrar todas as lendas e como trabalhá-las!

PRIMEIRA PÁGINA - A lenda do Minhocão

SEGUNDA PÁGINA - Lenda do Negrinho do Pastoreio

TERCEIRA PÁGINA: Lenda do Boitatá

QUARTA PÁGINA: Lenda de São Sepé

QUINTA PÁGINA: Lenda do João de Barro

SEXTA PÁGINA: Lenda do Quero Quero

SÉTIMA PÁGINA: Lenda da Erva Mate



Idéias para Lembrancinhas




  • Que tal fazer pacotinhos de Erva Mate pra turminha? Compre pacotinhos de papel pequenos (daqueles de pipoca ou outros que imitem a embalagem da Erva) e encha com erva. Feche com cola e peça pras crianças trazerem rótulos de Erva Mate e colar nos no pacotinhos... Finalize com um cartãozinho!
  • Outra idéia legal e fazer lenços pequenos de TNT vermelho. Cole cartõzinhos também, vai ficar lindo!!!
  • Não se esqueça também do cavalinho de pau, as crianças adoram!



Receitas Gaúchas




  • Feijão Mexido
  • Mogango Caramelado
  • Arroz de Carreteiro
  • Churrasco
  • Charque no Espeto
  • Mocotó
  • Puchero
  • Ambrosia
  • Arroz-de-leite
  • Broa de Fubá
  • Doce de Abóbora
  • Doce de Batata-Doce
  • Figos em Calda
  • Pão de Batata-Doce
  • Mandolate
  • Rapadura de Amendoim
  • Sagú

Créditos: Viver no Campo.



Atividades Variadas






Clique para ampliar e ver melhor os detalhes!



Vídeos e Músicas




VÍDEOS

  • Chimarrita
  • Chico Sapateado
  • Chote das Sete Voltas
  • Chote de Quatro Passi
  • Pau de Fita
  • Rilo
  • Sarrabalho
  • Tirana do Lenço
  • Chula - Chuleador: Talisson Poltronieri Machado
  • Chula - Chuleador: Emilhano Seron - CTG Quêrencia de Rio Verde - GO

MÚSICAS

  • Gildo de Freitas - Eu Reconheço que Sou um Grosso
  • Tchê Barbaridade - O Rio Grande Me Criou
  • Os Monarcas - Alma de Pampa
  • José Cláudio Machado e Porca Véia - Pêlos
  • Mano Lima - Espantando Bagual
  • Garotos de Ouro - Rodeio de Vacaria
  • César Oliveira e Rogério Melo - Lá Na Fronteira
  • César Passarinho e Renato Borghetti - Guri
  • Pedro Ortaça - Quilombo das Luzia

Créditos: Bombacha Larga



Livro Cha, cha, chê - Semana Farroupilha




Oi pessoal!

Vim postar uma dica de livro para trabalhar na Semana Farroupilha (14 a 20 de setembro).
O livrinho é para colorir e faz parte da Coleção Mini Livros, uma graça!
Clique para ampliar!
Vai trabalhar a Semana Farroupilha?
Confira o Especial para Semana Farroupilha.
Beijos a todos!



Livro O Churrasco - Semana Farroupilha




Oi pessoal!

Estou postando mais um livro para trabalhar na Semana Farroupilha.
O livrinho é para colorir e faz parte da Coleção Mini Livros...
Clique para ampliar!
Vai trabalhar a Semana Farroupilha?
Confira o Especial para Semana Farroupilha.
Beijos a todos!



Livrinhos para baixar - Semana Farroupilha




Oi pessoal do blog!!!

Olha só a novidade que trouxe hoje para vocês para a Semana Farroupilha.
Estou postando uma coleção com 04 livrinhos com histórias cheias de aventuras e também um livro com desenhos para colorir e outro com atividades, todos da Coleção Cultura Gaúcha.

Estão uma graça, confiram!
  • Livro A lenda de São Sepé
  • Livro Acampamento Farroupilha
  • Livro Encontro com um tropeiro
  • Livro O caso do CTG assombrado
  • Livro de atividade para Semana Farroupilha
  • Livro para Colorir para Semana Farroupilha
Espero que curtam os links e aproveitem o máximo...
Confiram o ESPECIAL para Semana Farroupilha, tem muitas novidades...
Beijinhos a todos aqui do blog!



Semana Farroupilha tem charque na escola




Olá pessoal do blog!!!

Recebi um recadinho com uma dica para a Semana Farroupilha e resolvi publicar, já que achei muito interessante.
A idéia é da Aline Bueno, professora do maternal, que fez charque com os seus alunos na Semana Farroupilha...
Além de trabalhar a atividade, os alunos aplicaram o aprendizado fazendo um varal de charque com massinha da seguinte forma: usando dois palitos de churrasco, amarrados em forma de 'x' e outro colocado na horizontal sobre estes dois... Depois as crianças fizeram o 'charque' com massinha e encheram o varalzinho com elas. Segundo Aline, o resultado foi ótimo!